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QUEM DERA QUE LUTERO ESTIVESSE AQUI...



Em 31 de outubro de 1517, Lutero afixou uma série de críticas - que se tornaram conhecidas como 95 Teses - na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg. As Teses eram um protesto contra o abuso da autoridade do Papa, especialmente no sentido de desafiar o Papa a esvaziar de graça o purgatório, já que diz controlá-lo. Lutero também negou o ensino do mérito extra que estava por detrás das indulgências. Segundo Lutero, o verdadeiro tesouro da Igreja é o Evangelho - a proclamação do amor de Deus.A Igreja Romana da época costumava dizer que algumas pessoas possuiam mais méritos do que tinham necessidade para serem salvas. Por isso, este "mérito extra" dessas pessoas poderia ser transferido - especialmente através de pagamento - para pessoas cuja salvação era duvidosa. Lutero protestou contra esta prática, chamada de indulgência. A aflição de Lutero somente encontrou resposta no dia em que encontrou na Bíblia a certeza de que não existe como alguém merecer o favor de Deus por alguma coisa que faz; que a única forma de alguém obter o favor Deus é através da fé em Jesus Cristo; que através da fé em Jesus que os pecados são perdoados por Deus. Esta entendimento, conhecido como a doutrina da justificação pela fé, tornou-se um dos pilares do pensamento religioso de Lutero.As idéias de Lutero logo encontraram adeptos em todas as regiões da Alemanha, e mesmo fora dela. A resposta do Papa à situação foi uma bula (ordem papal), ameaçando Lutero de excomunhão, caso não se retratasse. Em protesto, ele queimou publicamente a Bula e foi excomungado em janeiro de 1521. A Reforma Luterana é um dos acontecimentos mais importantes da história. Ela foi resultado do empenho de um sacerdote alemão da Igreja Católica - Martinho Lutero - em reformar ensinos teológicos e comportamentos morais da Igreja, com base no ensino bíblico. A resistência da Igreja determinou o crescimento do movimento e, por fim, o surgimento de novas Igrejas - como a Igreja Luterana ou o que chamamos hoje de protestantes.
Agora todos os dias ' 31 de outubro' temos nos calendários a lembrança deste fato e muito pouco comemorado pelos protestantes atuais que não tem nenhum tipo de sentimento maior por serem protestantes.
Antes ,no protestantismo de Lutero havia uma bandeira a ser erguida: A fé, A graça, O Perdão - Jesus Cristo, O Evangelho!
Hoje o que nos restou? Apenas as inúmeras denominações .Placas e mais placas de igrejas que se dizem protestantes,mas que anunciam um Cristo bem modificado, modernizado e pra lá de insustentável em meio a tantas aberrações absurdas que não tem fundamento bíblico algum e que embalam o ego dos pecadores e engordam as contas bancária de pastores,bispos,e tais apóstolos.
A igreja de hoje é medida pelos grandes templos luxuosos, colocando muita igreja católica no bolso.E se não pararmos com isso teremos um segundo Vaticano, só que protestante - tipo este templo de Salomão que o tal 'bispo' Edir Macedo vai fazer em São Paulo.
Aonde iremos parar?Já pensou Lutero passeando no meio deste templo?Ouvindo sobre a tal fogueira santa,sal da purificação, a rosa ungida....Iria faltar número para tanta tese, de 95 seria quantas hoje? 2000? 5000? Mais?
No tempo de Lutero declarar que se era protestante lhe causaria alguns transtornos e poderia levar até para a fogueira.
Hoje se declaramos que somos protestantes é motivo de chacota de todos ao redor devido os inúmeros escândalos feitos por todos os líderes evangélicos da atualidade.Que vergonha...não de Cristo, mas deste tal chamado protestantismo evangélico moderno de hoje!

Lutero ,mártir em luta pela a verdadeira Igreja de Cristo, erguendo a bandeira da santidade e da fé, em um tempo de ganância e religiosidade.
Tirou as roupas da religião e ofereceu o manto da fé! Proclamou amor pelas almas em meio a uma sociedade individualista.
Estamos nos dias de hoje reinventando a religiosidade,apenas foi colocado uma nova roupagem,menos chamativa..mas que no final se torna semelhante a primeira.As igrejas de hoje medem a sua religiosidade com suas bulas doutrinárias,seus tabus, suas roupas e padrões de comportamento e competem silenciosamente entre si arrancando as ovelhas oferecendo cada vez mais leveza nos padrões morais e novas unções e bençãos.
A troca de valores é tão visível que podemos escolher se iremos ficar na igreja que pede só 10% de dizimo e 'cobra deliberadamente' as ofertas como uma forma de sermos mais abençoados nesta terra e desfrutarmos de todos os prazeres poupáveis ; afinal deus tem 'obrigação' de abrir todas a janelas do céu ao nosso favor,ou Deus é mentiroso?Pobre miserável e cego protestantismo atual.Vergonhoso e fraudulento protestantismo, Lutero chamaria de' indulgências modernas' ! Pobre sangue derramado de Cristo...
A grande luta de fazer com que a Bíblia fosse traduzida em todas as línguas e que todos tivessem acesso. A luta de todos os analfabetos ouvirem a palavra no seu idioma e receber a Cristo.Quantos homens sofreram para que tivéssemos hoje um exemplar ou até vários ao nosso dispor. E para que?
Lemos a Bíblia?Que valor estamos dando a ela? Qual o valor dela em um culto? Vou dizer meu querido irmão protestante...
Vamos ao culto para ouvir Deus falar.... ' pelo menos dizemos isso' mas chegando ao culto, há igrejas que oferecem quase duas horas só de música gospel, que chamam do momento do louvor, no desejo de você descansar a sua mente da rua e elevar o seu coração à Deus. Normalmente você tem que ficar como um papagaio repetindo para o irmão do lado alguma coisa,ou dizendo uma centena de vezes à Deus , chegando quase a um mantra gospel que quer mais de Deus( claro que alguns nesta hora já mentalizam as ofertas ,propósitos e dizimo), quando você não é obrigado pelo 'levita' a fazer uma mini aula de aeróbica: dançando, pulando, correndo, indo pra direita e esquerda...
Depois da interminável hora de louvor, vem os inúmeros anuncios que normalmente é uma forma de te oprimir a dar ou participar de alguma coisa, para que você se mantenha aceito, respeitável e útil para a igreja. Logo após vem a hora da oferta e dizimo e propósitos,em que algumas igrejas para serem mais suaves na 'hora da conquista bancária' tocam um louvor ou trazem uma mini pregação tentando comprovar que temos que dar o melhor em $ para o Senhor e Deus te recompensará de alguma forma (material), o emprego, a casa própria, o carro, um cargo na igreja, um descanso pra consciência pesada...
Depois de tudo isso... que já passou quase todo o tempo determinado para o culto, e você já está cansado, com fome, sono, pensando no dia seguinte e quase não lembra mais porque você foi mesmo naquele culto... ai vem a hora dela: A Palavra! Aí você em um suspiro pensa ( as vezes) agora vou ouvir Deus falar. Opa! Acabou o tempo da Palavra, só sobrou de quinze a trinta minutinhos... afinal não podemos ir até tarde com o barulho para os vizinhos incrédulos ao lado da igreja( vá que eles chamem a polícia,né?) e afinal amanhã é dia de acordar cedo para ir trabalhar...
Mas ainda há uma chance, se o pastor,bispo ou apóstolo "resolver" orar por alguém, vá que Deus derrame uma nova unção, uma profetizada básica, uma revelaçãozinha...só para nortear os passos já que não deu tempo para a Palavra....
Respondi a tua pergunta? Qual a importância que os protestantes de hoje dão para a palavra de Deus?Responda por si próprio...
Levante a bandeira da fé, erguemo-nos irmãos para viver em santidade,não só pregando a Palavra mas vivendo-a na nossa vida.Que os nossos lábios não fechem diante do comodismo,da falta de amor pelas almas, do falso moralismo,das facções e divisões, dos adultérios, da religiosidade mascarada, da libertinagem chamada de liberdade.
Por qual preço que fomos salvos?
Quem me dera que Lutero estivesse aqui...
Quem sabe o apóstolo Paulo...
Quem sabe o discípulo João não esqueceu de escrever mais algumas cartas pra igreja.Quem sabe escreveu ,mas ninguem leu...
A igreja de Cristo precisa urgentemente de novos Luteros, Paulos, Joãos, Calvinos, Pedros...
Será que você pode dizer : "Eis-me aqui... envia-me a mim, Senhor!" ???????

SENDO CRISTÃO SEM SER DE CRISTO


A Bíblia não esconde o fato de que além do cristianismo verdadeiro, legítimo, renascido da “água e do espírito”, há também um cristianismo aparente, formado por “cristãos” que não estão ligados a Jesus, não estão enraizados nEle, não vivem nEle e nem por Ele. Mesmo que tudo pareça legítimo, eles não passam de uma imitação. É desses “cristãos” que Paulo fala ao escrever a Timóteo, em sua segunda carta: “…tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes” (2 Tm 3.5). A Edição Revista e Corrigida diz: “…tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te”. Na Nova Versão Internacional lemos: “…tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder. Afaste-se desses também”. Sendo cristão sem ser cristão De acordo com pesquisas nos EUA, quase metade dos americanos se dizem cristãos renascidos. Mas uma análise mais aprofundada revelou que muitos confundem o novo nascimento com uma sensação positiva a respeito de Deus e de Jesus. Um levantamento estatístico entre os cristãos praticantes nos EUA apresenta resultados desanimadores, o que também é representativo em relação à Europa: •20% nunca oram •25% nunca lêem a Bíblia •30% nunca vão à igreja •40% não apóiam a “obra do Senhor” por meio de ofertas •50% nunca vão à Escola Bíblica Dominical (de todas as faixas etárias) •60% nunca vão a um culto vespertino •70% nunca dão dinheiro para missões •80% nunca freqüentam uma reunião de oração •90% nunca realizam culto em família [1] Se a situação já é assim na América marcada pela influência do puritanismo, quanto mais na superficial Europa. O próprio Senhor Jesus advertiu a respeito da confissão nominal, que carece de conteúdo verdadeiro, ou seja, que não está de acordo com o que vai no coração: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade” (Mt 7.21-23). Com isso, o Senhor esclarece quatro pontos básicos: há duas coisas que não são de forma alguma suficientes para que alguém seja salvo, e outras duas são imprescindíveis para que alguém seja redimido. Duas coisas insuficientes para a salvação Nem a simples confissão “Senhor, Senhor” (1) nem as obras em nome de Jesus (2) são suficientes para alcançar a salvação eterna. Em muitas igrejas, denominações e entidades cristãs as orações são meramente formais, os atos de caridade são feitos em nome de Jesus sem que aqueles que os realizam pertençam a Ele ou sejam filhos de Deus. Quantos indivíduos “cristãos” realizam atos cristãos sem pertencerem a Cristo! É assustador que no fim Jesus até mesmo condena as suas ações como sendo iníquas: “Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade”. Duas coisas imprescindíveis para a salvação Precisamos fazer a vontade de Deus (1) e precisamos ser conhecidos por Deus (2). 1. Fazer a vontade do Pai celeste não é realizar muitas boas ações, pequenas e grandes, mas ter fé em Jesus Cristo, entregar conscientemente a vida a Ele e obedecer-Lhe na prática. O judaísmo da época de Jesus tinha “boas ações” para apresentar: muitos eram fanáticos em seguir a lei, lidavam com a Palavra de Deus, expulsavam maus espíritos e faziam milagres. Mas uma coisa eles não queriam: crer em Jesus Cristo e, assim, aceitar a misericórdia que recebemos por meio dEle. Pensavam que chegariam ao céu sem Ele, que Deus reconheceria as suas obras e lhes permitiria entrar. Porém, foi justamente nesse ponto que Jesus tratou de contrariar seus planos. Eles tinham de aprender e aceitar que a vontade de Deus era que reconhecessem sua própria falência espiritual e cressem em Jesus. Nós enfrentamos o mesmo problema hoje. “Cristãos” nascidos em um ambiente cristão pensam que conseguirão ir para o céu por meio de obras cristãs. Ao lhes dizermos que nada disso serve, que no fim das contas as suas ações são iniqüidades inaceitáveis aos olhos de Deus e que eles continuam perdidos, a grande maioria reage de forma irritada, por pensar que não precisam de Jesus pessoalmente. Quando Jesus foi questionado: “Que faremos para realizar as obras de Deus?”, Ele respondeu: “A obra de Deus é esta: que creiais naquele que por ele foi enviado” (Jo 6.28-29). 2. Precisamos ser conhecidos por Deus. Haverá pessoas das quais Jesus dirá naquele dia:“Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade”. Não é suficiente crer em Jesus de forma superficial, reconhecê-lO, acreditar em Sua existência ou aceitá-lO até certo ponto. Não – é preciso que haja um encontro pessoal com Ele. Posso dizer: “Conheço o presidente do Brasil”. De onde o conheço? De suas aparições na mídia. Mas será que ele me conhece? Claro que não! No entanto, se eu fosse convidado a visitá-lo, teria a oportunidade de ser conhecido por ele. O Senhor Jesus convida cada ser humano, de forma pessoal, a entregar-se a Ele: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei” (Mt 11.28). Quem aceita esse convite, quem se achega a Ele com todos os seus pecados, quem O aceita em seu coração e em sua vida e crê em Seu nome (Jo 1.12), esse é conhecido por Ele. Quem fez isso reconheceu o Pai e o Filho de Deus e entrará no céu: “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo 17.3). “Tens nome de que vives… …e estás morto” (Ap 3.1). Há muitos que se chamam de “cristãos”, mas o são apenas nominalmente. O Senhor Jesus falou de pessoas que imaginariam servir a Deus matando justamente Seus verdadeiros filhos: “Eles vos expulsarão das sinagogas; mas vem a hora em que todo o que vos matar julgará com isso tributar culto a Deus. Isto farão porque não conhecem o Pai, nem a mim” (Jo 16.2-3). Em muitas igrejas, denominações e entidades cristãs as orações viraram rotinas, sem que aqueles que oram pertençam a Jesus. Eles reivindicam autoridade teológica, pensam servir a Deus, mas não conhecem nem o Pai nem Jesus Cristo. Isso aconteceu, por exemplo, na época das Cruzadas e da Inquisição. Hoje também existe uma teologia que reivindica toda autoridade para si e rejeita os que se baseiam na Palavra de Deus. Basta lembrar das muitas seitas e do islamismo, que afirmam que Deus não tem um Filho. Já no século VII antes de Cristo, na época do profeta Jeremias, havia dignitários religiosos meramente nominais. Ouvimos o lamento de Jeremias: “Os sacerdotes não disseram: Onde está o Senhor? E os que tratavam da lei não me conheceram, os pastores prevaricaram contra mim, os profetas profetizaram por Baal e andaram atrás de coisas de nenhum proveito” (Jr 2.8). Mesmo um cristão pode apostatar da fé. Quem com sua boca confessa ser cristão, mas não pratica o cristianismo no dia-a-dia, precisa aceitar que outros lhe perguntem se não está enganando a si mesmo. Não é exatamente isso que vemos hoje? Muitos teólogos abandonaram a fé bíblica e correm atrás de convicções que não servem para nada. Eles se abriram para religiões e correntes espirituais que não têm absolutamente nada a ver com Jesus Cristo. Isso também já aconteceu na época em que o povo de Israel peregrinou pelo deserto. Depois de ter louvado a grandeza e a soberania de Deus (Dt 32.3-4), Moisés emendou uma declaração sobre os infiéis: “Procederam corruptamente contra ele, já não são seus filhos, e sim suas manchas; é geração perversa e deformada” (v.5). Portanto, realmente é possível que aqueles que não são Seus filhos se tornem infiéis a Ele. É dito a respeito dos filhos de Eli: “Eram, porém, os filhos de Eli filhos de Belial e não se importavam com o Senhor… Era, pois, mui grande o pecado destes moços perante o Senhor, porquanto eles desprezavam a oferta do Senhor” (1 Sm 2.12,17). Não reconheceram ao Senhor porque desprezaram o sacrifício. Enquanto uma pessoa (por mais cristã que se considere) desprezar o sacrifício de Jesus pelo pecado, não reconhecerá o Senhor. Todos os israelitas saíram do Egito, mas da maior parte deles Deus não se agradou, motivo pelo qual tiveram de morrer no deserto (veja 1 Co 10.1-12). Como exemplo especial de alguém que era crente nominal e que realizava obras, mas que ainda assim estava espiritualmente morto, lembro de Balaão (veja Nm 22-24): •Ele era um homem a quem Deus se revelava, com quem Deus falava (Nm 22.9). •No começo ele foi obediente (Nm 22.12-14). •Ele afirmava conhecer o Senhor e O chamou de “meu Senhor” e “meu Deus” (Nm 22.18). •Ele adorava o Senhor (Nm 22.31). •Ele reconhecia a sua culpa (Nm 22.34). •Ele estava disposto a servir (Nm 22.38). •Deus colocou Suas próprias palavras na boca de Balaão (Nm 23.5). •Balaão abençoou Israel três vezes (Nm 23 e 24). •Ele testemunhou da sinceridade e da fidelidade de Deus (Nm 23.19). •Ele falou três vezes do Messias como Rei de Israel (Nm 23.21; Nm 24.7,17-19). •O Espírito Santo veio sobre ele (Nm 24.2). •Ele testemunhava ser um profeta de Deus (Nm 24.3-4). •Balaão confirmou a bênção e a maldição de Deus sobre os amigos e inimigos de Abraão (Nm 24.9, Gn 12.3). •Ele colocou o mandamento de Deus acima de bens materiais (Nm 24.13). •Ele falou profeticamente a respeito do futuro dos povos, sobre a chegada do Messias e chegou a mencionar o Império Mundial Romano [Quitim] (Nm 24.14-24). Apesar de tudo isso, a Bíblia chama Balaão de falso profeta, vidente e sedutor (veja Nm 31.16; Js 13.22; Ne 13.1-3; 2 Pe 2.15-16; Jd 11; Ap 2.14-16). Por quê? Porque Balaão fazia concessões e aceitava comprometimentos, e levou o povo de Deus a se misturar com outros povos. Havia uma discrepância entre suas palavras e ações. “Habitando Israel em Sitim, começou o povo a prostituir-se com as filhas dos moabitas. Estas convidaram o povo aos sacrifícios dos seus deuses; e o povo comeu e inclinou-se aos deuses delas. Juntando-se Israel a Baal-Peor, a ira do SENHOR se acendeu contra Israel” (Nm 25.1-3). Balaão havia levado Israel a essa prostituição (Nm 31.16; Ne 13.1-3). Pedro chama Balaão de alguém que“amou o prêmio da injustiça”. Na Epístola de Judas ele é chamado até mesmo de enganador (“erro de Balaão”) e no Apocalipse ele é apresentado como alguém que “armou ciladas”. A Bíblia diz a respeito das pessoas nos últimos tempos que “os homens perversos e impostores irão de mal a pior, enganando e sendo enganados” (2 Tm 3.13). Quem tende a prostituir-se espiritualmente ou a comprometer sua fé e suporta, permite e pratica essas coisas sem que sua consciência o acuse, tem motivo para crer que, apesar das aparências, não é um cristão verdadeiro. Com isso não estou me referindo à luta contra o pecado, que qualquer filho de Deus enfrenta. Não, aqui não se trata de “derrotas” na fé e na obediência, mas de lidarmos com o pecado de forma consciente e indiferente, de deliberadamente escolhermos a prática pecaminosa. Não somos salvos por nossas próprias obras, mas somente pela fé em Jesus Cristo, pela conversão a Ele. Só aqueles que O aceitam, ao Filho de Deus, em seu coração e em sua vida, com fé infantil, poderão realizar obras que testemunhem a veracidade de sua fé. Essa fé precisa estar “enraizada” na Palavra de Deus. Em Sua parábola sobre o semeador, Jesus diz que há pessoas que aceitam a Palavra de Deus com alegria, mas não criam raízes para ela e mais tarde a abandonam (Mt 13.20-21). A raiz liga a planta à terra, da qual ela vive, lhe dá firmeza, extrai alimento e o conduz à planta. A raiz é um símbolo do Espírito Santo, por meio do qual estamos enraizados em Deus. O Espírito Santo nos traz a vida em Deus, à medida que extrai alimento das Escrituras. Podemos aceitar a Palavra de Deus de forma superficial, podemos simpatizar com o Senhor, podemos acompanhar os cristãos durante algum tempo, mas depois nos afastar novamente, porque nunca nascemos realmente de novo e por isso nunca tivemos “raízes”. Jesus disse aos Seus discípulos, àqueles que O seguiam: “Contudo, há descrentes entre vós. Pois Jesus sabia, desde o princípio, quais eram os que não criam e quem o havia de trair” (Jo 6.64). De acordo com Hebreus 6.4-6, há pessoas que foram “iluminadas”, que “provaram o dom celestial”, e que até “se tornaram participantes do Espírito Santo” e ainda assim caíram. Por quê? •Porque foram iluminadas, mas elas mesmas nunca se tornaram luz. A luz pode se refletir em mim, e então estou iluminado; mas é preciso mais para que eu mesmo seja luz. •Porque provaram, mas não comeram (aceitaram). Posso sentir o cheiro do pão, provar o seu sabor (assim como o enólogo, que toma um pouco de vinho na boca para testar seu aroma, mas depois o cospe fora). Mas é preciso que aconteça mais: precisamos comer o pão, ingeri-lo. Não basta “provar” Jesus, ou seja, experimentá-lO – precisamos aceitá-lO em nós (Jo 6.53-56,63; Jo 1.12). •Porque participaram do efeito do Espírito Santo, mas nunca O receberam pessoalmente. Ao ler a Palavra de Deus, ao freqüentar um culto, posso participar do efeito do Espírito Santo. Mas isso não é suficiente. Não – é preciso que haja uma renovação espiritual real. É possível que pessoas assim imitem o cristianismo durante algum tempo, acompanhem e participem de uma igreja local. Mas um dia elas “cairão” e negarão a Jesus. Então muitos se perguntam espantados: “Como isso é possível?” Quando o Senhor Jesus falou de comer Sua carne e beber Seu sangue para ganhar a vida eterna (Jo 6.53-59), muitos de Seus discípulos disseram: “Duro é este discurso; quem o pode ouvir?” (v. 60) e se afastaram dEle (v. 66), apesar dEle ter lhe explicado de antemão o que isso significava: “O espírito é o que vivifica; a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos tenho dito são espírito e são vida” (v. 63). Tornar-se cristão apesar de ser “cristão” Enganam-se a si mesmos os que pensam que todos são cristãos! Muitas vezes, quando questionei pessoas que davam a entender isso, a resposta era: “Meus pais são cristãos”, ou: “Minha família é cristã!” Um conhecido evangelista costumava responder a essas afirmativas: “Se alguém nasce em uma garagem, isso não significa que seja um automóvel! E quando alguém nasce em uma família cristã, ainda falta muito para que se torne cristão!” (extraído de um livro de Wilhelm Busch). Jesus disse a Pedro: “Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; tu, pois, quando te converteres, fortalece os teus irmãos” (Lc 22.32). Por um lado, o Senhor confirmou a fé de Pedro. Por outro lado, porém, Ele falou da necessidade de sua conversão futura. Pedro poderia ter retrucado: “Senhor, sou judeu, um filho de Abraão. Cumpro os mandamentos, fui circuncidado ao oitavo dia, guardo o sábado, oro três vezes ao dia, celebro a Páscoa e faço os sacrifícios. E já Te sigo há três anos…” Mesmo assim, ele ainda precisava converter-se. Da mesma forma Paulo, o grande defensor da lei, precisou se converter, assim como todos os outros apóstolos e discípulos. Toda pessoa precisa se converter se quiser ser salva – inclusive os “cristãos”, sejam eles membros da igreja católica romana, protestantes, evangélicos ou de uma família cristã. Não são poucos os que nascem no cristianismo, da mesma forma como os judeus nascem no judaísmo. Mas, não é esse nascimento que dá a salvação, alcançada somente através de um “novo nascimento”: “Em verdade, em verdade te digo que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus” (Jo 3.3). Precisamos nos converter mesmo que tenhamos sido batizados quando pequenos, freqüentado aulas de catecismo ou participado de cultos. Se não nascermos de novo, continuaremos perdidos. Mais tarde, quando o apóstolo Pedro se converteu e experimentou o novo nascimento, ele escreveu em sua primeira carta: “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança incorruptível, sem mácula, imarcescível, reservada nos céus para vós outros” (1 Pe 1.3-4). Quem carrega em si o testemunho do Espírito Santo a respeito de seu novo nascimento (Rm 8.16) deve alegrar-se com essa certeza e agradecer a Jesus Cristo por ela. Mas quem não possui esse testemunho inconfundível do Espírito Santo e ainda assim pensa ser cristão, está sujeito a um grande engano. Mas hoje esses “cristãos”, e qualquer pessoa que queira ser salva, pode alcançar a certeza da salvação, se converter-se de forma muito séria a Jesus Cristo. Então, por que esperar mais? texto:Norbert Lieth Fonte: Título original, “O Grande Engano”, Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, dezembro de 2006.Blogado de 'Discernimento Cristão"

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  • * A Era dos Mártires - Ed. Vida Nova
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  • * Debaixo das Suas Asas - John Bevere
  • * Doze Homens e Uma Missão - Ed. Hagnus
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  • * Heróis da Fé - Orlando Boyer
  • * Lutero - Ed. Vida
  • * O Evangelho Reunido - Juanribe Pagliarin
  • * O Livro dos Mártires - Ed. Hagnus
  • * O Nome De Jesus - Kenneth E. Hagin
  • * O Peregrino - John Bunyan
  • * O que Jesus diria da sua Igreja? - Richard Mayhue
  • * Quando Não Dá Mais... - Juanribe Pagliarin
  • * Sorria - Max Lucado
  • * Uma Vida Voltada para Deus, de John Piper. Editora FIEL

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  • * Bíblia de Jerusalém [Tradução de Textos Direto dos Originais] - Editora: Paulus